perguntar ou não perguntar? eis a questão... 🤔

CHEGOU A RESTROSPECTIVA DO NOSSO RITUAL! #TBT 

O assunto principal do nosso último ritual de cultura foi um dos meus princípios favoritos “Na dúvida, Pergunte!”. Para falar um pouco desse tema convidamos nossa colega Larissa Mesquita (@mesk.larissa) que falou um pouco sobre...

“COMO FAZER PERGUNTAS PODEROSAS?”

A Lari reforçou a importância de um espaço que proporcione segurança psicológica para que cada pessoa possa questionar e tirar dúvidas.

Além disso, ela também nos desafiou a refletir sobre como aprimorar nossa habilidade de fazer perguntas e ser cada vez mais proativo em buscar nossas respostas. Uma vez que perguntas superficiais geram respostas superficiais, enquanto perguntas elaboradas fazem com que o receptor desenvolva mais a sua resposta

Pois vivemos em um momento em que a informação está em todo lugar, um profissional não irá se destacar por ter as respostas, e sim por saber como buscá-las.

O ChatGPT é a prova viva disso... ou seria a prova artificial

Ele consegue responder a qualquer coisa, porém, você precisar usar o prompt da forma correta, ou seja, precisa saber fazer as perguntas certas.

Voltando ao artigo, ele destaca cinco categorias de perguntas para tomada de decisões estratégicas:

Perguntas Investigativas: São perguntas com o objetivo de trazer mais clareza para um problema ou uma oportunidade.

O que aconteceu? O que está e o que não está funcionando? Quais são as causas do problema?

Perguntas Especulativas: Enquanto as perguntas investigativas ajudam a identificar e analisar um problema em profundidade, as perguntas especulativas ajudam a considerá-lo de forma mais ampla..

Quais outros cenários podem existir? Poderíamos fazer isso de forma diferente? O que podemos alterar?

Perguntas Produtivas: Ajudam a avaliar a disponibilidade de talentos, capacidades, tempo e outros recursos.

Qual é o próximo passo? Temos tudo que precisamos? Sabemos o suficiente para começar?

Perguntas Interpretativas: São questões que permitem a síntese, nos incentivam a redefinir continuamente a questão central e ir além da superfície

Do que realmente se trata esse problema? O que aprendemos com essas novas informações? Como isso se encaixa nesse objetivo?

Perguntas Subjetivas: A categoria final de questões difere de todas as outras. Embora lidem com a substância de um desafio, lidam com as reservas pessoais, frustrações, tensões e agendas ocultas que podem desviar a tomada de decisões do rumo.

Como você realmente se sente em relação a essa decisão? Existem diferenças entre o que foi dito, o que foi ouvido e o que se quis dizer? Consultamos as pessoas certas? Todo mundo está alinhado?

Dessas categorias, quais são as que você mais usa?

O ideal é que cada pessoa tenha um repertório de perguntas-chave, porém o equilíbrio é sempre a melhor opção.

Te convido a refletir sobre as últimas conversas que teve e as últimas perguntas que fez, estão seguindo um padrão? Quais outros tipos de perguntas você pode incluir em seu repertório?

Vamos juntos fortalecer nossa cultura de curiosidade e inovação, fazendo as perguntas que importam e buscando respostas que nos levam além. Deixe abaixo um comentário! Ou uma pergunta poderosa hehehe.

5 2 votos
Article Rating
Inscrever-se
Notificar de
guest
2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Poli
Poli
1 ano atrás

Fazer boas perguntas e estar “disposto” a responder de forma aberta e construtiva é essencial para resolver problemas e tomar decisões.

Rodrigo Milani
Rodrigo Milani
1 ano atrás

Muito bom!

Quem pergunta o que quer recebe a resposta que não quer!

Muito importante saber formular a pergunta corretamente para que se o obtenha a resposta desejada, independente do que ou quem seja o questionado!

Última edição 1 ano atrás por Rodrigo Milani