Do 'Hã?' 🧐 para o 'Hum...' 💭 até o 'Aha!' 💡
Preparem-se para mais uma retrospectiva do nosso ritual de cultura! #TBT
Para quem perdeu nosso último encontro, o tema central do ritual de cultura de março foi “Como nos tornamos abertos ao aprendizado?”. Para abordar esse assunto, trouxemos Natália Machado (@na.iaia) para compartilhar como o aprendizado a ajudou a conquistar cada vez mais espaço no mercado de trabalho.
“Inspirador, mas como eu faço para aprender mais e conquistar O MEU ESPAÇO?!”
Sempre como entendemos como uma coisa funciona, mais fácil fica de utilizá-las de maneira efetiva. A pirâmide do aprendizado, do psiquiatra William Glasser, ilustras a efetividade dos diversos canais de aprendizados existentes.
De acordo com ele, nós aprendemos 10% daquilo que apenas lemos, 20% se apenas escutarmos, 30% ao observarmos e 50% se observamos e escutamos simultaneamente.
Na base da pirâmide, 70% quando discutimos o assunto com outras pessoas, 80% quando colocamos em prática. Por fim, aprendemos 95% de um conteúdo quando ensinamos aquele determinado conhecimento a outras pessoas.
É importante lembrar que cada pessoa tem seus canais de aprendizagem preferenciais. Existem os visuais (a maioria de nós tem este canal mais desenvolvido), os auditivos e os cinestésicos. Conhecer qual é o seu canal preferencial te permitirá fazer uso dele nos seus processos de aprendizagem, acelerando-os. Existem diversos testes na internet disponíveis para você se autoavaliar.
Agora que discutimos sobre formatos e canais, vamos para uma parte um pouco mais prática.
Todo aprendizado é válido, mas precisamos saber priorizar o que iremos aprender. É preciso que fique claro que não dá para sair absorvendo qualquer conteúdo e informação sem um plano.